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segunda-feira, 31 de julho de 2017

MAs Deus... Emmanuel

MAS DEUS...

Há muita gente que te ignora.
Entretanto, Deus te conhece.
Há quem te veja doente.
Deus, porém, te guarda a saúde.
Companheiros existem que te reprovam.
Mas Deus te abençoa.
Surge quem te apedreje.
Deus, no entanto, te abraça.
Há quem te enxergue caindo em tentação.
Deus, porém, sabe quanto resistes.
Aparece quem te abandona.
Entretanto, Deus te recolhe.
Há quem te prejudique.
Mas Deus te aumenta os recursos.
Surge quem te faça chorar.
Deus, porém, te consola.
Há quem te fira.
No entanto, Deus te restaura.
Há quem te considere no erro.
Mas Deus te vê de outro modo.
Seja qual for a dificuldade.
Faze o bem e entrega-te a Deus.


 📕 Mensagem ditada pelo Espírito Emmanuel no lápis de luz de Chico Xavier no livro Companheiro

Convite: Semana Espírita de Timóteo


Para refletir... Bezerra de Menezes


Para refletir...


domingo, 30 de julho de 2017

Estudo e Trabalho



Estudo e Trabalho

Espíritas! Amái-vos; este o primeiro ensinamento; instrui-vos, este o segundo.

A Espiritualidade Superior vem insistindo, através de consecutivas mensagens, pela necessidade do estudo e do trabalho nas fileiras renovadoras do Espiritismo.

Amor e Instrução têm sido, em verdade, a palavra de ordem dos Mensageiros do Cristo.

Os trabalhadores encarnados, identificando-se com o pensamento e a orientação dos que acompanham, de Mais Alto, a surpreendente e irresistível marcha da Doutrina, sentem-se, naturalmente, no dever de secundá-los na recomendação.

Aliás, não é de agora que os Espíritos exortam os homens ao estudo, à instrução, à cultura — cultura, no entanto, que não envaideça o homem, mas o torne humilde, sinceramente humilde.

Humilde de dentro para fora.

Quando se lançavam na França os fundamentos do Espiritismo, iluminadas entidades que organizavam a Codificação, utilizando-se da personalidade missionária de Allan Kardec, já despertavam os obreiros da primeira hora para o imperativo da instrução.

O Espírito de Verdade, cujas palavras deixam indiscutivelmente entrever uma transcendente autoridade, comunicando-se em Paris, em 1860, exortava, incisivo: “Espíritas! Amai-vos; este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo.”

O Amor é o Trabalho, a Ação, o Serviço.

A Instrução é a leitura, o Estudo, o Conhecimento.

Amor e Instrução constituem, por conseguinte, duas alavancas, duas ferramentas que devem estar, noite e dia, nas mãos dos Espíritas.

Através do Amor, exerceremos a solidariedade. Identificar-nos-emos com o sofrimento do próximo. Visitaremos o enfermo e o encarcerado. Despertaremos, enfim, no âmago de nossa individualidade eterna, a centelha de bondade que existe, potencialmente, em cada ser.

Através do estudo, aprenderemos a discernir o erro da verdade; a claridade, da sombra, e a sinceridade, da hipocrisia.

O Espiritismo, como acentua Allan Kardec, não é uma Doutrina que induza os seus adeptos a estranhas, esdrúxulas singularidades.

Nem estudo, sem amor; nem amor, sem estudo. Em suma: nem bondade desprovida de conhecimento, nem conhecimento com ausência de bondade. Amor sem estudo é comportamento unilateral, favorecendo, apenas, o coração, o sentimento, mas retardando a ascensão para Deus.

Estudo sem amor constitui, quase sempre, experiência simplesmente intelectual, podendo levar à presunção e à vaidade, ameaçando o aprendiz de queda ou fracasso.

É que, via de regra, consoante adverte Paulo de Tarso, “o saber ensoberbece, mas o amor edifica”.

Emmanuel, falando-nos ao coração, exorta, também:
“Recorda que, em Doutrina Espírita, é preciso estudar e aprender, entender e explicar.”

Aconselha, outrossim, a divulgação do “estudo nobre”.

Todavia, reconhecendo a fragilidade humana, destaca a necessidade de o Espírita, pelo amor, “alicerçar as palavras no exemplo”.

Observando o empenho dos Instrutores Espirituais na incessante recomendação ao estudo, não devemos esquecer que Léon Denis, preocupado, decerto, com o problema da ignorância, que leva ao fanatismo, asseverava, no seu tempo: “O Espiritismo será aquilo que dele os homens fizerem.

Que rumo tomaria a Doutrina Espírita, se nos encastelássemos na preguiça mental, desprezando os livros, alheando-nos das mensagens que descem dos céus, em catadupas intérminas, infindáveis?...

Aonde iríamos parar, se os livros permanecessem fechados nas prateleiras das editoras e livrarias?...

Que seria do Espiritismo que é Ciência, Filosofia e Religião — dentro de mais algumas dezenas de anos?

A Doutrina Espírita é, sobretudo e essencialmente, a Doutrina do meio-termo, do bom-senso: Amor e Sabedoria, constituindo as asas de que se utilizará o Espírito humano em seu voo para o Infinito.

Trabalho e Instrução — a fim de que o equilíbrio seja uma constante na vida do aprendiz e na expansão doutrinária.

Devemos, por isso mesmo, também perguntar:

Que rumo tomaria o nosso abençoado movimento, se, apenas estudando, olvidássemos os necessitados do caminho?

Aonde iríamos parar, se, apenas manuseando livros e devorando mensagens, nos alheássemos da fome do pobrezinho, da nudez do órfão, da dificuldade da viúva, da Solidão do encarcerado, do desespero do enfermo incurável?

Que seria do Espiritismo — Consolador Prometido por Jesus — se, estimulando a cultura, lastimavelmente esquecêssemos a sublime legenda adotada pelo insigne Missionário Lionês: Trabalho, Solidariedade e Tolerância? Há, portanto, como se observa, uma dupla, inseparável e indissolúvel necessidade: Amor e Instrução.

Não poderia, evidentemente, enganar-se o Espírito de Verdade: “Venho, como outrora, aos transviados filhos de Israel, trazer a Verdade e dissipar as trevas. Escutai-me” — ao preceituar, nos primórdios do Espiritismo, o imperativo do Amor e da Sabedoria.

“Espíritas! Amái-vos; este o primeiro ensinamento; instrui-vos, este o segundo.”

Martins Peralva - Estudando o Evangelho

Para refletir...


Para refletir... Emmanuel


sábado, 29 de julho de 2017

Dica de vídeo: Evangelho no Lar

Bom dia amigos!


E aí, você tem o hábito de fazer o evangelho no lar?

Pra quem não sabe, o Evangelho no lar é bem simples. Reunir com a família uma vez por semana (sempre no mesmo dia e horário) para juntos estudar e comentar o evangelho de Jesus. 

O Evangelho é a luz que ilumina o lar, quando estudado e praticado, principalmente em família. 

Olha que vídeo bacana do vlog Minha Nada Mole Encarnação
Já pensou que dois evangelhos no lar possa abençoar e iluminar, pelo menos, 22 lares?!

Confere aí:

(Caso não consiga visualizar, clique aqui)

Para refletir... Joanna de Ângelis


Para refletir... Chico Xavier


sexta-feira, 28 de julho de 2017

Nos Momentos Graves - André Luiz



Nos Momentos Graves




Use a calma. A vida pode ser um bom estado de luta, mas o estado de guerra nunca é uma vida boa.



Não delibere apressadamente. As circunstâncias, filhas dos Desígnios Superiores, modificam-nos a experiência, de minuto a minuto.



Evite lágrimas inoportunas. O pranto pode complicar os enigmas ao invés de resolvê-los.



Se você errou desastradamente, não se precipite no desespero. O reerguimento é a melhor medida para aquele que cai.



Tenha paciência. Se você não chega a dominar-se, debalde buscará o entendimento de quem não o compreende ainda.



Se a questão é excessivamente complexa, espere mais um dia ou mais uma semana, a fim de solucioná-la. O tempo não passa em vão.



A pretexto de defender alguém, não penetre o círculo barulhento. Há pessoas que fazem muito ruído por simples questão de gosto.



Seja comedido nas resoluções e atitudes. Nos instantes graves, nossa realidade espiritual é mais visível.



Em qualquer apreciação, alusiva a segundas e terceiras pessoas, tenha cuidado. Em outras ocasiões, outras pessoas serão chamadas a fim de se referirem a você.



Em hora alguma proclame seus méritos individuais, porque qualquer qualidade excelente é muito problemática no quadro de nossas aquisições. Lembre-se de que a virtude não é uma voz que fala e, sim, um poder que irradia.



André Luiz em Agenda Cristã - Cap. 10

Para refletir...


Para refletir... Joanna de Ângelis


quinta-feira, 27 de julho de 2017

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Jesus, Guia e Modelo da humanidade



"Jesus é para o homem o tipo de perfeição moral a que pode aspirar a Humanidade na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ele ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque ele estava animado do espírito divino e foi o ser mais puro que já apareceu na Terra.

Se alguns dos que pretenderam instruir os homens na lei de Deus algumas vezes se desviaram para falsos princípios, foi por se deixarem dominar por sentimentos demasiado terrenos e por terem confundido as leis que regem as condições da vida da alma com as que regem a vida do corpo. Muitos deles apresentaram como leis divinas o que era apenas leis humanas, instruídas para servir às paixões e dominar os homens."
 

Comentário de Allan Kardec à questão 625 de O Livro dos Espíritos

Para refletir... André Luiz


Para refletir... Allan Kardec


terça-feira, 25 de julho de 2017

Conhecendo as obras básicas: Objetivos da encarnação



Conhecendo as obras básicas

Pergunta 132 do ''O Livro dos Espíritos''

P: Qual o objetivo da encarnação dos espíritos?

R: “Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”

O Livro dos Espíritos - cap II - Encarnação dos espíritos.

domingo, 23 de julho de 2017

CARTA AOS JOVENS - CassimiroCunha



CARTA AOS JOVENS




Estás moço, meu amigo,

E a estrada da juventude

É um sonho alegre e florido

De esperança e de saúde.



Tudo, em redor de teus passos,

É vigor e fortaleza,

Entusiasmos felizes

Nas bênçãos da natureza.



É nessa fase da vida

Que, muita vez, a ilusão

Trabalha como um veneno

Às forças do coração.



Que a experiência do velho

Seja em tudo o teu espelho.

A luz dos cabelos brancos

É um carinhoso conselho.



Que a tua impulsividade

Se inutilize ou se torça;

Todo o mal da mocidade

É dominar pela força.



O engano de quem é moço

É a pretensão de poder,

Vendo embora que a questão,

Antes de tudo, é saber.



Alguém já disse no mundo,

Perante os impulsos teus,

Que a mocidade feliz

É uma inimiga de Deus.



É que o jovem, meu amigo,

No anseio de dominar,

Destrói com toda a imprudência

Sem saber edificar.



Não dispenses o velhinho

Que, humilde, te estende a mão;

Sua palavra tranqüila

É luminosa lição.



Recordo-te, nesta carta,

Um raciocínio profundo.

Sem que o velho houvesse andado,

Não marcharias no mundo.



Acata-o, raciocinando

Que, um dia, serás assim,

Desiludido e cansado

Quando a prova for ao fim.



Planta o bem no teu caminho.

Não fujas à caridade.

"Quem semeia ventanias

Colhe a dor e a tempestade".



Guarda a fé. Ora e confia.

A paz há de ser-te imensa.

Se, entre as sombras da velhice,

Tiveres a luz da crença.



A mocidade do mundo

Passa, às vezes, no imprevisto.

Mas tê-la-ás, pura e eterna,

Se andares com Jesus Cristo.



Cartas do Evangelho – Psicografia de Chico Xavier